segunda-feira, 27 de outubro de 2014

As promessas da presidenta e o que eu penso delas



A presidente reeleita em discurso da vitória, anunciou que "está disposta a abrir um grande espaço de diálogo com todos os setores da sociedade" para avançar para a "primeira e mais importante reforma, a reforma política". 
Está cheia de boas intenções, entre elas o decreto 8.243 (Bolivariano) convém apenas deixar bem claro que diálogo não é monólogo e não vale fazer o uso da falta de condições de alguns em interpretar textos, escritos e falados.

Pretende submeter esta proposta a um referendo popular e disse que quer "discutir esse tema com o congresso nacional e toda a população brasileira".
Será necessário ter em mente que um referendo popular não pode contar apenas com votos de quem não sabe a que refere-se, tem que estar bem claro, muito bem explicado, caso contrário o não pode ser muito grande. Se o povo o comparecer para votar!

No entanto, não  despreza a "importância das demais reformas", como "o combate a corrupção" (negada veementemente durante todo o mandato), depois de ter vindo a público que foi usado dinheiro da Petrobrás para pagar gratificações a políticos aliados do PT. "Terei o compromisso rigoroso com o combate a corrupção, mudanças para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção". Tudo isso a presidenta (como gosta de ser chamada) sabe, portanto mãos à obra.

A economia também estará em destaque em seu segundo mandato. 
Assegurou que vai garantir os "níveis de emprego, assegurando a valorização dos salários. Para isso é necessário refazer boa relação de entendimento  e confiança com o indústria, sorte com isso, presidenta!

Apesar de recessão técnica não significar nada para o governo, mas já que aconteceu no segundo trimestre e com a revisão do crescimento em baixa (muito baixa) para este ano, a sétima maior economia do mudar está necessitando urgente de um impulso. "Vamos dar um impulso à atividade econômica em todos os setores", garantiu e destacou o setor industrial.

E mais um tema que não existia, esteve sob controle, não havia motivos para preocupações, repentinamente surge das cinzas e "Seguirei combatendo com rigor a inflação e avançando no terreno da responsabilidade fiscal" (por favor não confunda com aumento de impostos senhora presidenta)."Vou estimular o mais rápido possível a parceria e as forças produtivas do país." 

Finalmente referiu-se ao sul e centro oeste, já agora aproveito para sugerir: não atenda ao pedido do Uruguai para ter um porto, melhore Paranaguá e Santos, ajudaria escoar a safra de grãos e quem sabe o produto não chegaria tão caro ao consumidor final.





* “As promessas só comprometem aqueles que as recebem.”
 - Charles de Gaulle -



2 comentários:

  1. Só há duas soluções agora: Ou mudamos de país, ou pedimos intervenção militar. O que não foi feito 12 anos, não vai ser feito em mais 8, por que depois dos 4 que estão por vi, Lula volta a se eleger e provavelmente vai ganhar.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Estou já com quase certeza de que: Lula tem intenção de ser o último presidente eleito deste país. Com as modificações que estão propondo, se aceitas, ao final de seu mandato (que espero não aconteça) tornar-se-á um Castro.

      Obrigada pelo comentário.

      Excluir

Seu comentário é sempre bem-vindo

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.